domingo, 18 de março de 2012

Politica: Pesquisa poderá definir exonerações

A base de apoio ao GDF fazem reivindicações de mais espaços e cobram promessas feitas durante o periodo eleitoral e que até hoje não foram cumpridas.



Administradores regionais que estão mais preocupados em se promoverem visando 2014. Correm o risco de serem exonerados

O governador Agnelo Queiroz poderá fazer ás mexidas no xadrez politico de seu governo obedecendo prioritárialmente os números de uma pesquisa em cada região do DF.
Tem administrador regional que resolveu esquecer do projeto maior e desde o inicio do governo faz campanha pensando apenas em seu projeto de ordem pessoal (virar distrital em 2014).
A preocupação com os números das últimas pesquisas vem deixando muita gente preocupada nas salas  do Pálacio do Buriti;" Tem inúmeros gestores que resolveram trazer para si a parte boa de suas gestões e culpam o governo quando a coisa aperta de forma negativa"- declarou um importante aliado do governo ao blogdogbu.com.
Em um levantamento preliminar, dos atuais administradores regionais pelo menos 12 sonham em disputar ás eleições de 2014. A postura deles á frente da máquina vem sendo discutida diárialmente por aliados próximos ao governador Agnelo Queiroz.
Com a indicação e posse  do novo Secretário da Casa Civil, Swedenberger Barbosa, o cenário deverá mudar e o trem vai ter que entrar nos trilhos. Segundo uma fonte do GDF os administradores terão que trabalhar para o governo e não visando o processo eleitoral daqui há dois anos.
fonte: Redação GBU

Índice de doadores de órgãos no DF supera a média nacional




A quantidade de doadores de órgãos por milhão de habitantes no Distrito Federal é superior ao índice nacional, segundo dados do Ministério da Saúde. O índice no DF é de 14,18 doadores por milhão de habitantes, enquanto a média do país é de 11,4 doadores. O número da capital  se aproxima da meta fixada para o Brasil em 2015, de 15 doadores por milhão.

 Poucos estados superam o índice brasileiro. Santa Catarina tem a melhor taxa (25,12), seguida de Ceará (20,75), São Paulo (20,32) e Rio Grande do Norte (15,62). A maior parte das unidades da federação, no entanto, está abaixo muito abaixo de 11,4. O índice é de apenas 2,79 quando somados Maranhão, Alagoas, Sergipe, Piauí, Paraíba, Rio de Janeiro e Minas Gerais, os estados da região Norte, com exceção do Acre e os da Centro-Oeste, excluindo DF.

Mesmo em um cenário melhor que na maior parte do Brasil, as equipes do DF esbarram em dificuldades. A coordenadora da Central de Captação de Órgãos da Secretaria de Saúde, Daniela Salomão disse que mensalmente são notificadas entre 15 e 20 mortes encefálicas.

Após avaliar a existência de doenças prévias e exames detalhados dos órgãos, o número de potenciais doadores cai para três ou quatro.

“E como o processo é um pouco longo e bastante complexo, você pode perder uma doação em qualquer etapa. O paciente pode ter parada cardíaca ou a família não ser localizada. Infelizmente é comum. Desses três ou quatro, perdemos mais ou menos 30%. É frustrante quando isso acontece, porque a equipe se envolve muito, corre contra o tempo e chega ao final e não tem a cirurgia”, afirma.

 Para diminuir os riscos de perdas de doação, a central faz parcerias. Além de contar com a Força Aérea para buscar órgãos em outros estados – quatro transplantes foram realizados com corações vindos de fora em 2012 –, a entidade está desenvolvendo um projeto piloto com a Polícia Rodoviária Federal.

“Queremos ampliar nossas opções. Esse ano perdemos uma doação do Rio de Janeiro porque a Força Aérea não podia nos ajudar”, lembra.

 O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, afirmou que acordos como esses têm sido essenciais para o aumento no número de transplantes. “A pior das situações é você ter um receptor esperando, ter a doação e não conseguir chegar em um tempo hábil [...]. Com essa articulação, estamos conseguindo ampliar as doações, interferindo muito na fila das regiões Centro-Oeste e Norte”, afirmou.Informações do G1.

Agenda do governador Agnelo Queiroz para esta segunda-feira (19/3)




- 15h: Solenidade de posse do secretário de Estado Chefe da Casa Civil, Swedenberger Barbosa.

Local: Palácio do Buriti.

sábado, 17 de março de 2012

Governador Agnelo Queiroz abre a 2ª Copa Solidária Operários da Bola


Evento teve a inscrição de 64 equipes masculinas e quatro femininas



Começou neste sábado a 2ª Copa Solidária Operários da Bola, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. A abertura do campeonato disputado entre os trabalhadores da obra contou com a presença do governador Agnelo Queiroz, que deu o chute inicial da primeira partida, após execução do hino nacional.
"Os operários são os responsáveis por colocar cada tijolo no estádio. Então nada mais justo que o primeiro jogo seja deles. Esse campeonato simboliza a integração entre os trabalhadores da obra e nossa intenção é valorizar aqueles que estão fazendo história com a construção da primeira de uma série de obras que vão melhorar a qualidade de vida dos brasilienses”, destacou o governador. “Mais que uma obra, o estádio é um legado. Ele será o primeiro a receber o selo Leed Platinum, certificado máximo de sustentabilidade”.
 A Copa terá a duração de cinco rodadas, que acontecerão somente aos sábados. Participam dela 64 equipes masculinas e quatro femininas, com 12 e 15 jogadores, respectivamente.  Dezesseis times se classificam para as oitavas de final. A primeira rodada teve a participação de 20 equipes, que disputaram a classificação em 10 vagas.
Para entrar no clima da Copa, cada uma das equipes foi batizada com nomes de países. A primeira partida foi disputada por Estados Unidos e Nicarágua. O primeiro gol do Estádio Nacional saiu às 16h03, dos pés do camisa 10 do time Estados Unidos, Hélio Pereira dos Santos.
O carpinteiro de 25 anos dedicou o gol aos amigos e familiares, que deixou em Araripina (PE), há sete meses, quando veio para Brasília para trabalhar na construção do estádio. “Agora posso tirar onda de ser o primeiro a fazer um gol no Estádio Nacional. Recebi um passe maravilhoso e só converti. Com certeza é uma emoção muito grande”, disse o operário.
Para o secretário executivo do Comitê Organizador Brasília 2014, Cláudio Monteiro, o torneio é um momento de comemoração em meio ao esforço dos operários e do Governo do Distrito Federal para oferecer um estádio de ponta à cidade. "Esse é um evento digno para que os trabalhadores possam desfrutar hoje de um campo onde, no futuro, pisarão os maiores craques do futebol mundial”, afirmou.
Doação - O torneio dos operários do Estádio Nacional recebeu esse nome porque, além das partidas de futebol, os trabalhadores se uniram em uma ação solidária. Na manhã de quinta-feira, um grupo deles realizou a entrega de uma tonelada de alimentos recolhida por todos os trabalhadores inscritos na competição. Os alimentos foram distribuídos à Casa da Criança Ana Maria Ribeiro (Criamar) e ao Abrigo dos Excepcionais de Ceilândia (Abrigoaec).
Não só os gestos dos operários, mas toda obra do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha é planejada e executada para estimular o desenvolvimento econômico e social da cidade. O estádio é uma Ecoarena. Na construção são usados materiais recicláveis ou reciclados. Tudo o que saiu do antigo estádio foi reaproveitado na própria obra ou em cooperativas de reciclagem do DF. Com a derrubada da última arquibancada, por exemplo, o entulho foi transformado em brita para ser reutilizado na concretagem do piso da arena.
Depois de pronto, o estádio terá captação de energia solar e de água de chuva. A arena será capaz de gerar 2,5 megawatts de energia, o que corresponde ao abastecimento de mil residências por dia.
Hoje, 52% da obra está concluída. A arquibancada inferior está finalizada e a intermediária, em estágio avançado. Atualmente, cerca de 3,2 mil operários atuam no canteiro, em três turnos. A arena será entregue em 31 de dezembro de 2012.
O estádio será uma arena multiuso adequada para receber eventos e shows de grande porte e não apenas partidas de futebol. Antes mesmo da Copa do Mundo de 2014, o estádio passará por uma licitação internacional para que uma empresa especializada em entretenimento o administre e potencialize o desenvolvimento econômico da capital federal, gerando emprego e renda, além de pagar o aluguel da arena. A empresa vencedora ficará responsável por inserir Brasília em um calendário de eventos e shows nacionais e internacionais, mantendo a economia da capital federal aquecida.
Obras de infraestrutura e investimentos na qualificação profissional e no desenvolvimento do turismo, com geração de emprego e renda, serão os principais legados que os grandes eventos esportivos deixarão à capital federal. 
Agência Brasilia  – 

Agnelo Queiroz, deu o pontapé inicial de abertura do torneio.


Antes mesmo de ficar pronto, o Mané Garrincha já é palco de partidas de futebol; trabalhadores formaram 64 times com nomes de países e começaram a 2ª Copa Solidária, que durará seis sábados


Operários simulam Copa no estádio de Brasília
                          Foto: Antonio Cruz/AGÊNCIA BRASIL


Agência Brasil - Antes mesmo de sua conclusão, o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha já é palco de jogos. Times formados pelos operários que trabalham na obra começaram hoje (17) a 2ª Copa Solidária que durante seis sábados vai levar 64 times ao gramado.
Em um campo instalado onde no futuro ocorrerão jogos da Copa do Mundo de 2014, o governador do Distrito Federal. Agnelo Queiroz, deu o pontapé inicial de abertura do torneio. Os times foram batizados com nomes de países que disputam vagas para a Copa do Mundo. A partida inicial foi entre os Estados Unidos e a Nicarágua.
No dia da final masculina, quatro times formados por mulheres também vão entrar em campo. Ao contrário dos times masculinos, a maioria das “jogadoras” não é formada apenas de operárias, mas auxiliares de limpeza, técnicas de segurança e auxiliares administrativas.
O carpinteiro Edgar da Silva trabalha na obra há três meses e participa pela primeira vez dos jogos. Além dos momentos de descontração que o torneio proporciona, ele aponta a integração com os colegas de trabalho como o melhor do campeonato. “É bom para conhecer as pessoas de outros setores, de outros turnos de trabalho que não costumamos encontrar”, disse.
                     Foto: Antonio Cruz/AGÊNCIA BRASIL


O Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha tem 52% das obras concluídas e a previsão de conclusão é dezembro deste ano, de acordo com a assessoria de imprensa do consórcio de empresas responsáveis pela construção do estádio. Conforme programação da Federação Internacional de Futebol (Fifa) o estádio sediará sete partidas do Mundial de 2014 e o jogo de abertura da Copa das Confederações, em 2013.
A 2ª Copa Solidária é organizada em conjunto pelos trabalhadores e o consórcio responsável pela construção do estádio.