sábado, 17 de março de 2012

Agnelo Queiroz, deu o pontapé inicial de abertura do torneio.


Antes mesmo de ficar pronto, o Mané Garrincha já é palco de partidas de futebol; trabalhadores formaram 64 times com nomes de países e começaram a 2ª Copa Solidária, que durará seis sábados


Operários simulam Copa no estádio de Brasília
                          Foto: Antonio Cruz/AGÊNCIA BRASIL


Agência Brasil - Antes mesmo de sua conclusão, o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha já é palco de jogos. Times formados pelos operários que trabalham na obra começaram hoje (17) a 2ª Copa Solidária que durante seis sábados vai levar 64 times ao gramado.
Em um campo instalado onde no futuro ocorrerão jogos da Copa do Mundo de 2014, o governador do Distrito Federal. Agnelo Queiroz, deu o pontapé inicial de abertura do torneio. Os times foram batizados com nomes de países que disputam vagas para a Copa do Mundo. A partida inicial foi entre os Estados Unidos e a Nicarágua.
No dia da final masculina, quatro times formados por mulheres também vão entrar em campo. Ao contrário dos times masculinos, a maioria das “jogadoras” não é formada apenas de operárias, mas auxiliares de limpeza, técnicas de segurança e auxiliares administrativas.
O carpinteiro Edgar da Silva trabalha na obra há três meses e participa pela primeira vez dos jogos. Além dos momentos de descontração que o torneio proporciona, ele aponta a integração com os colegas de trabalho como o melhor do campeonato. “É bom para conhecer as pessoas de outros setores, de outros turnos de trabalho que não costumamos encontrar”, disse.
                     Foto: Antonio Cruz/AGÊNCIA BRASIL


O Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha tem 52% das obras concluídas e a previsão de conclusão é dezembro deste ano, de acordo com a assessoria de imprensa do consórcio de empresas responsáveis pela construção do estádio. Conforme programação da Federação Internacional de Futebol (Fifa) o estádio sediará sete partidas do Mundial de 2014 e o jogo de abertura da Copa das Confederações, em 2013.
A 2ª Copa Solidária é organizada em conjunto pelos trabalhadores e o consórcio responsável pela construção do estádio.

governador Agnelo Queiroz reforça importância do trabalho desenvolvido pelas mais de 100 ouvidorias mantidas pelo GD

Foto Roberto Barroso

Governo mais próximo do cidadão


    No Dia do Ouvidor, governador Agnelo Queiroz reforça importância do trabalho desenvolvido pelas mais de 100 ouvidorias mantidas pelo GDF em secretarias, administrações e empresas públicas
    Isabel Freitas

    Durante a homenagem ao Dia do Ouvidor, celebrado nesta sexta-feira em todo o Brasil, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, reforçou a importância do trabalho desenvolvido por esses profissionais para o fortalecimento da democracia. O governador destacou que, por meio das ouvidorias, é possível utilizar os recursos públicos de maneira mais eficiente e democratizar o acesso do cidadão à informação. “Dessa forma, a comunidade se sente participante do governo”, declarou.
    
    No primeiro ano da atual gestão, foram implantadas 102 ouvidorias em secretarias, administrações e outros órgãos públicos. O GDF conta com 84 ouvidores, sendo que 80% deles ingressaram na atual gestão. “Queremos que o DF seja referência nos mecanismos de participação popular. No primeiro ano de governo, já tivemos muitas conquistas, mas vamos continuar trabalhando para fortalecer esses canais com o cidadão”, declarou Agnelo Queiroz.
    
    Durante o evento, foi lançado o Manual de Implantação de Unidade de Ouvidoria, que traz informações sobre a padronização do atendimento e do encaminhamento das demandas, além de um passo a passo de como foi o processo de implantação das unidades de ouvidoria no GDF.
    
    A solenidade foi realizada no auditório da Fundação de Ensino em Ciências e Saúde (Fepecs) e contou também com a presença do secretário de Transparência e Controle do DF, Carlos Higino, e da ouvidora-geral do Distrito Federal, Vera Lúcia Coelho, além de ouvidores de vários órgãos do GDF.
    
    Itinerantes – Neste ano, uma das propostas do GDF é implantar as ouvidorias itinerantes para alcançar as comunidades mais carentes. “A ideia é atender a todos os cidadãos, inclusive aqueles que têm dificuldades para se comunicar. Com esse mecanismo, a sociedade se sente mais estimulada a participar do governo e este é um ponto essencial para uma gestão de sucesso”, completou o governador Agnelo Queiroz.
Foto Roberto Barroso
    
    Segundo o secretário de Transparência e Controle do DF, Carlos Higino, os ouvidores conferem transparência às ações do governo na medida em que mantêm contato direto com o cidadão. “Eles são capacitados a prestar atendimento à comunidade, aperfeiçoando o trabalho dos gestores públicos”, destacou.
    
    Vera Lúcia Coelho afirmou que a principal missão das 102 ouvidorias é ampliar, na comunidade, um sentimento de credibilidade em relação ao trabalho desenvolvido pelo GDF. “As ouvidorias ampliam os mecanismos de transparência do governo e são necessárias para o aprimoramento da gestão pública”, enfatizou a ouvidora-geral.
    
    Reconhecimento – A ouvidora Elizama Neves dos Santos trabalha na Administração do Paranoá há pouco mais de um ano e disse ter se surpreendido com a importância do trabalho para a comunidade. “No início, eu achei que não seria uma função interessante, mas hoje eu vejo como nós podemos ajudar. Acredito que nós somos porta-vozes da comunidade”, argumentou.
    
    As principais demandas recebidas por ela são relacionadas à limpeza de boca de lobo, podas de árvore e outros serviços de limpeza urbana. “A resposta às manifestações são muito rápidas e a cada dia mais pessoas buscam as ouvidorias para se comunicar com o governo”.
    O  ouvidor da Administração de São Sebastião, Glauber de Abreu Dantas, a principal missão do servidor é escutar o cidadão. “Nós somos artistas na medida em que temos que assimilar tudo o que é dito e levar para o órgão certo para que o problema seja resolvido. Tentamos desburocratizar o atendimento”, explicou.
    
    Ele contou que as demandas geralmente são atendidas em 25 dias e que com a implantação do novo sistema, o TAG, o processo será ainda mais rápido. “Vamos conseguir dar mais velocidade aos atendimentos, pois os órgãos receberão as manifestações pela internet, no mesmo minuto”, completou. 

Fonte Agencia Brasilia

Depois de 9 anos, o Brasil é outro

blog do zé
Depois de 9 anos, o Brasil é outro
Publicado em 17-Mar-2012
Não faltam desafios. O governo procura se entender com PMDB e PR, cujas insatisfações foram publicamente anunciadas. Também lida com a bancada evangélica, que se opõe contra a autorização para a venda de bebidas alcoólicas dentro dos estádios de futebol durante a Copa da Fifa de 2014. No front do Código Florestal, há divergências com a base do PV e do PMDB.

Sem falar em impasses junto ao PSB, principalmente em São Paulo. Há, ainda, demandas legítimas, não atendidas, de vários partidos, como o PC do B, e discussões sobre alianças nas capitais e questões de governo, como o pleito do PDT em manter o Ministério do Trabalho.

Sobre a suposta crise na base aliada do nosso governo, não há nada que não se possa repactuar e resolver adequadamente.

Novas bases para a pactuação

Mas é importante ressaltar, assim como o faz o ex-presidente Lula, que os tempos mudaram e o Brasil também. Assim, qualquer nova repactuação terá que ser feita em novas bases.

Estamos em 2012 e não em 2003. São longos 9 anos que nos separam da eleição de Lula. Agora é hora de começar a mudar. A partir da reforma política, passando por novas relações no Congresso e deste com o governo.

Mudanças na forma de governar


O desafio é esse. É preciso avançar com realismo, mas olhando o sentimento nacional e popular que exige mudanças na forma de governar.

Dilma e Blatter protagonizam encontro diplomático e mantêm compromissos para a Copa de 2014

Dilma e Blatter protagonizam encontro diplomático e mantêm compromissos para a Copa de 2014

Pano quente – A reunião entre Joseph Blatter, presidente da Federação Internacional de Futebol (FIFA), e a presidente Dilma Rousseff terminou como já era esperado. Com declarações gentis de ambos os lados e o compromisso por parte do governo brasileiro de que os compromissos assumidos com a entidade será cumpridos à risca, como forma de garantir a realização da Copa do Mundo de 2014.
Solicitado pelo próprio Blatter, o encontro serviu para selar a paz, depois do entrevero provocado pela declaração do secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke, que afirmou precisar o Brasil um “chute no traseiro” para cumprir o cronograma das obras da Copa. Se a forma da crítica foi inadequada, o conteúdo foi e continua sendo preciso. E com isso os brasileiros de bem devem concordar.
Entre os compromissos assumidos pelo Brasil está a liberação de bebidas alcoólicas nos estádios, durante o evento, algo que Dilma garantiu que será aprovado. Na verdade, essa aludida aprovação depende da vontade dos parlamentares e do fim da rebelião que toma conta da base aliada. Se esses dois ingredientes não forem bem trabalhados pelo Palácio do Planalto, o governo brasileiro passará um enorme vexame, correndo o risco de perder o direito de realizar a Copa.
Em relação a Jérôme Valcke, que no entendimento do ministro Aldo Rebelo, do Esporte, não tem condições de ser o interlocutor da FIFA com o governo brasileiro, o suíço Joseph Blatter disse que cabe a ele decidir sobre os assuntos da entidade. Em outras palavras, Dilma e seus comandados terão de se contentar em palpite naquilo que lhes compete. Até porque, Blatter e Valcke não dão palpites nos assuntos palacianos.
“O tema do secretário-geral da FIFA é um tema interno da FIFA. Valcke continua trabalhando para a FIFA. O problema entre ele e o Brasil é um problema que pertence ao presidente da FIFA e eu vou solucionar. Vocês podem dar um tempo para que eu possa solucionar?”, declarou Joseph Blatter em entrevista que aconteceu após o encontro com a presidente.
O ministro do Esporte, por sua vez, disse que o objetivo é cumprir os acordos firmados com a FIFA. “O governo brasileiro está empenhado em cumprir suas responsabilidades e seus compromissos para que a Copa se constitua no êxito para o mundo e para o Brasil”, afirmou o ministro.
Convocado às pressas para participar do encontro, o ex-jogador Ronaldo Nazário de Lima, executivo do Comitê Organizador Local, também deu sua opinião sobre a reunião no Planalto. “Foi uma excelente reunião para o comitê local. A gente ganhou mais uma vez a garantia de grande empenho do governo federal e, como eu venho sempre dizendo, não tenho a menor dúvida de que faremos e entregaremos o maior evento de todos os tempos aqui no Brasil. [...] O meu muito obrigado à presidente Dilma, que nos atendeu e deixou claro mas uma vez o seu empenho, e ao ministro Aldo, por me convidar”, afirmou.
Embaixador do Brasil para a Copa, Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, foi ao Palácio do Planalto para “apagar as fogueiras”. “No Brasil, no meu país, eu tinha que me empenhar para que tudo saísse bem. É o primeiro passo. Lembrei a presidente Dilma que não é para me chamar de ministro, é para me chamar de bombeiro porque estou aqui para apagar as fogueiras. É isso que estou fazendo. Daqui pra frente tenho certeza que vamos caminhar em harmonia, sem confusão”, declarou o eterno Rei do futebol.

PT- DF Covida, Debate; MOBILIDADE E TRANSPORTE PÚBLICO