quinta-feira, 3 de maio de 2012

NOTA À IMPRENSA GDF repudia tentativa de invasão do Palácio do Buriti

Brasília, 3 de maio de 2012 – Por volta das 15h25 desta quinta-feira, um grupo de aproximadamente 250 pessoas tentou forçar a entrada na sede do Governo do Distrito Federal. De acordo com informações da Segurança do Palácio do Buriti, os manifestantes chegaram às imediações do prédio ao mesmo tempo, trazidos em três ônibus e um caminhão. O vidro da porta principal do palácio foi quebrado de cima a baixo durante a tentativa de ocupação, que foi contida pela segurança e por policiais militares, que mantêm, nesse momento, o prédio cercado.

Os manifestantes se identificaram como integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, que ocupam desde o dia 21 de abril, de forma irregular, área da Terracap em Ceilândia. A Justiça já concedeu a reintegração de posse da área invadida: os ocupantes foram notificados no sábado e receberam prazo de cinco dias para deixar o local.

O Governo do Distrito Federal repudia esse episódio e tomará todas as medidas necessárias para apurar a tentativa de invasão e a depredação do patrimônio público, que colocou em risco a integridade física de servidores, visitantes e dos próprios manifestantes, entre eles, diversas crianças. Três agentes da Segurança do Palácio sofreram lesão corporal, ficando feridos com cortes nos rostos e nas mãos.

A radicalização do movimento é inaceitável. O GDF manteve o canal de diálogo aberto com o grupo, tendo aceitado atender as duas demandas inicialmente apresentadas: inclusão nos programas habitacionais e sociais do governo. No entanto, o grupo decidiu permanecer na área até que as famílias recebam as casas, o que é inaceitável. O GDF reafirma que não compactua com ilegalidades e nem vai permitir invasões de áreas e prédios públicos.
 


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CPI quer ouvir Gurgel sobre as maracutaias

Procurador teria detalhes a revelar

Procurador teria detalhes a revelar

O presidente e o relator da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) e deputado Odair Cunha (PT-MG), vão fazer um convite nesta quarta-feira 2 para que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, compareça à comissão parlamentar que tem por objetivo investigar as relações do contraventor Carlinhos Cachoeira, com agentes públicos e privados.
A decisão da dupla é um gesto político que procura evitar que a comissão vote requerimentos que pretendem convocar o chefe do Ministério Público. No caso do convite, ele pode ser declinado. Já uma convocação para a CPI não pode ser recusada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Na semana passada, durante a primeira reunião de trabalho da comissão, o senador Fernando Collor (PTB-AL) quis convocar Gurgel. Petistas demoveram-no de pedir a votação do requerimento.
 A comissão deve receber os autos do STF relativos a Demóstenes nesta qiuarta, também na parte da manhã.
Em seguida, Vital deve se reunir com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para convidar os delegados da PF que participaram das investigações a dar informações à CPI. À tarde a comissão se reunirá para votar os primeiros requerimentos de convocação de autoridades e envolvidos. Na ocasião, Vital deve entregar aos integrantes titulares e suplentes da CPI uma cartilha sobre as regras de funcionamento da comissão. 
por Redação

Quadrilha de Cachoeira tramou chantagear o governador Agnelo Queiroz


Braço do esquema no Senado, Demóstenes criticaria Agnelo da tribuna para pressionar por contratos (Ronaldo de Oliveira/CB/DA Press)
Braço do esquema no Senado, Demóstenes criticaria Agnelo da tribuna para pressionar por contratos
Conversas interceptadas pela Polícia Federal (PF) durante as investigações da Operação Monte Carlo indicam que o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), apontado como o braço parlamentar do suposto esquema liderado pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira, atacou o governador Agnelo Queiroz (PT) dentro de uma estratégia para desgastar o petista e pressioná-lo a atender os interesses da Delta Construções.
 Em trechos gravados desde dezembro de 2010, há demonstrações de que o grupo queria indicar uma pessoa de confiança da organização na presidência do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), órgão que controla os contratos de lixo no DF.
Em meio a uma crise provocada pelas denúncias de supostas irregularidades no Ministério do Esporte e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Agnelo é o centro de conversas em que o araponga Idalberto Matias, conhecido como Dadá, discute com Cachoeira qual o melhor momento para desgastar o governador.
Diz Dadá ao bicheiro: “Primeiro tem que conversar com Cláudio e Fernando porque eles querem que bata”. Considerado um dos mais frequentes interlocutores do Cachoeira e lobista da Delta, Dadá avalia com Cachoeira a participação de Demóstenes no processo de desconstrução da imagem de Agnelo.
O diálogo sugere que Dadá se referia a Cláudio Abreu (o representante da Delta no Centro-Oeste) e a Fernando Cavendish (o dono da construtora). Na conversa, eles chegam à conclusão de que, em vez de usar dossiês de opositores, deveriam aguardar uma suposta denúncia contra Agnelo que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, estaria prestes a apresentar.

Lilian Tahan
Ana Maria Campos C/B

quarta-feira, 2 de maio de 2012

SEJUS une administrações regionais no combate as drogas

SEJUS une administrações regionais no combate as drogas
Da redação em 02/05/2012 17:51:56
O secretário de Justiça do DF, Alírio Neto, reuniu-se com os administradores regionais do governo para tratar da incorporação do Plano Distrital de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas com a sociedade civil. “O plano só terá êxito se for incorporado por todo o governo. O enfrentamento às drogas não pode ser atribuição exclusiva de alguns órgãos do GDF. Por isso, iniciamos a terceira fase do plano: a mobilização social”, explica Alírio Neto.

Em resposta, o coordenador de Cidades da Casa Civil, Francisco Machado, garantiu apoio à terceira fase do plano. “Vamos ajudar nesse processo de mobilização com as Administrações Regionais e outras instituições da sociedade civil organizada”.

O administrador de Taguatinga, Carlos Alberto Jales, chamou a atenção para a necessidade de um local de acolhimento para os dependentes químicos que estão nas ruas. “Muitas vezes a Polícia acaba dispersando os usuários de um certo local de consumo, mas eles não têm para onde ir e o problema não é resolvido. Eles precisam de um local em que se sintam em casa para receberem tratamento. Eles estão nas ruas”, explica Jales.

Para intensificar as ações de prevenção, repressão e recuperação, o secretário Alírio Neto comprometeu-se em marcar uma reunião entre as Secretarias de Justiça, Saúde, Segurança Pública, Desenvolvimento Social e Criança.

Sem cura, sem volta e centenas de homicídios

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 10 dependentes químicos, quatro chegam a óbito, três vivem recaindo no consumo e três conseguem certo controle da dependência.

Segundo Alírio Neto, no terceiro ato de consumo do crack, droga mais consumida há alguns anos, o usuário estará dependente da mesma. “O crack é uma droga devastadora que está levando os nossos jovens à morte. Ela provoca queima absurda de massa corporal”, explica Alírio.

Ainda segundo o secretário, 33 mil pessoas morrem por ano de forma violenta. “Em 92% dos casos estão associados às drogas e armas de fogo”, completa Alírio.

Foco no futuro

No último dia 12, a Secretaria de Justiça assinou termo de compromisso com o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (SINEPE-DF). No ano passado, as palestras alcançaram 80 mil jovens, e a meta para este ano é de 300 mil jovens, segundo Alírio.

“Na prevenção, começamos com os jovens. Criamos novas peças publicitárias para abordá-los de forma direta, na linguagem deles. Usamos linguagem propositiva e o restante do Brasil acabou adotando essa linguagem também”, explica o secretário. E apenas os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e o Distrito Federal têm programas de combate às drogas.

Terceira fase: sociedade unida

O projeto “Viva a vida sem Drogas” baseou-se em três fases de atuação, na área de publicidade: primeira fase diálogo direto com os jovens, segunda fase diálogo direto com a família e a terceira fase o envolvimento da gestão pública com a sociedade civil.

A assinatura do termo de compromisso com o Sinduscon-DF transparece esta terceira fase, assim como a assinatura com o Sinepe-DF. Segundo o secretário de Justiça, Alírio Neto, novos termos de compromissos serão assinados em breve. Informações da Sejus.

Fonte: Blog do honorato
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Campanha da presidenta Dilma contra juros deixa viúvos o Estadão e a Folha

Desde que a presidenta Dilma Rousseff iniciou a escalada da cobrança por juros baixos, os dois jornalões sentem-se viúvos e órfãos ao mesmo tempo.  Mantém e acentuam a cantilena de que é preciso cuidado com a redução das taxas, e de que ela deve se dar de forma parcimoniosa. A Folha sustenta uma história de que a presidenta deixou de lado o diagnóstico técnico do tema e que a redução não pode vir via imposições ou decisões do Executivo. Ninguém está impondo ou obrigando a nada. Instar e cobrar, isso ela pode. Depois da Folha todos os dias, temos, também, os Mesquitas e seu jornal, O Estado de S.Paulo, defendendo os banqueiros e os juros altos. Pode? Acham pouco a defesa escrachada feita até agora e hoje dedicam ao assunto os dois principais editoriais do dia no jornal -  na página 3 e no caderno de Economia. Mas, no 2º editorial, o último parágrafo ao explicar a posição simplesmente "entrega" o interesse do jornalão.
Publicado em 02-Mai-2012