segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Economia no DF vai de vento em popa

Economia vai de vento em popa

Com a quinta posição no ranking das economias com melhor taxa de crescimento no Brasil, o Distrito Federal passa longe das crises. Expectativa de representantes de diversos setores e de economistas é de que em 2012 tudo continue fluindo bem

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Há anos enlaçado à economia da região Sudeste, o Centro-Oeste cursa agora uma nova trajetória no seu desenvolvimento, na qual é priorizada uma expansão descentralizada. A avaliação foi feita recentemente pelo presidente do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann. Hoje, segundo informou, a localidade é a 4ª macrorregião do país. Esta colocação melhora quando é levada em consideração a velocidade do avanço: a região passa a posicionar o 2º lugar, ficando atrás apenas do Norte. “Se o Brasil cresceu cerca de 20%, de 2002 para cá, o Centro-Oeste cresceu 36%”, compara Marcio.

Neste quadro, Brasília teve uma relevante contribuição, principalmente, nos setores de comércio e serviços. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o Produto Interno Bruto (PIB) do DF é constituído em mais de 90% de seu total pelo setor terciário. Pesquisa divulgada no final do ano passado pela Codeplan aponta que o DF ocupa a quinta posição no ranking das economias com melhor taxa de crescimento no Brasil. E, de fato, um dos grandes responsáveis é o setor de serviços, que emprega boa parte da população e pouco sofreu nos últimos anos. A construção civil é outro setor que impulsiona a economia local.
Além do setor de serviços,  a construção civil tem sido um dos maiores responsáveis pelo bom desempenho da economia nos últimos anos, o que deve continuar em 2012Foto: DivulgaçãoAlém do setor de serviços, a construção civil tem sido um dos maiores responsáveis pelo bom desempenho da economia nos últimos anos, o que deve continuar em 2012

Considerando este estimável desempenho, o economista Julio Miragaia espera que no ano que se inicia, o Distrito Federal avance ainda mais. Ele acredita que, se o Brasil crescer, por exemplo, cerca de 4%, o DF alcançará a média de 5%, sempre acima da média nacional. “A economia local não segue as mesmas tendências do resto do país. Para traçá-la, é necessário que sejam compreendidas as peculiaridades desta”, afirma o especialista.

Um exemplo é no setor industrial. Enquanto na média do Brasil ele tem um PIB em torno de 22%, em Brasília este segmento representa 3%, praticamente inexistente. Porém, no setor da administração pública, as outras regiões têm um peso de 15% e no DF, este tem um peso de mais de 50%. “Aqui, quando o setor de serviços públicos tem boa representatividade, significa que o ano será de alta no crescimento econômico”, avalia Miragaia.

Conforme observa o economista, muitos acreditam que este perfil voltado para o serviço público é desvantajoso. Entretanto, Miragaia explica que muito do crescimento que o Distrito Federal teve, por exemplo, em 2009 se deve a esta estrutura. “Em 2009, a economia do Brasil teve uma baixa de 0,3%. Aqui, ela cresceu 4%. Isto porque o maior problema foi na indústria e como não há no DF, não impactou a economia local”, explica.

Perspectiva do setor público
Julio Miragaia estima que a perspectiva do setor público para 2012 será similar a de 2011, o qual teve um primeiro semestre com redução nas contratações, e uma segunda etapa com aceleração e mais crescimento. “O governo local, ao assumir no ano passado, pegou uma situação complicada, no qual foi priorizada a arrumação da Casa. Agora, a tendência, seguindo o orçamento já elaborado pelos governantes, é aplicar em investimentos”, aposta Miragaia.

No que depender do governador Agnelo Queiroz, as expectativas de Miragaia podem se concretizar. Caso o petista cumpra com o que vem dizendo em entrevistas, a cidade está sendo preparada para um “grande salto econômico”. Agnelo diz que pretende aproveitar a boa onda pela qual o Brasil está passando. Para ele, nem mesmo a crise externa pode abalar a economia do país que tornou-se a sexta do mundo.

Serviços, a alavanca da economia

Responsável por 93% do PIB do DF e empregando 51% da população ocupada na cidade, o setor de serviços é a menina dos olhos da economia local. Por isso, a preocupação do GDF para 2012 passa por este setor. De acordo com o secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, Expedito Veloso, há anos o GDF lutava para ampliar os recursos destinados a este segmento. E, no final de 2011, o Conselho Deliberativo de Desenvolvimento do Centro-Oeste aprovou a demanda de repactuar a distribuição dos recursos destinados para os segmentos de comércio e serviços. Isso permitirá que sejam disponibilizados pelos agentes financeiros, em 2012, R$ 61,3 milhões para ambos os segmentos. O volume de fundos passará de R$ 194,4 milhões para R$ 255,8 milhões.

O presidente da Federação do Comércio do DF (Fecomércio-DF), Adelmir Santana, destaca que como no DF a indústria e a agricultura não são desenvolvidas, as atividades de comércio e serviço são muito importantes.“A renda per capita elevada dos moradores de Brasília desperta o interesse de grandes marcas e empresas”, afirma. Ele observa, ainda, que é preciso desenvolver o Entorno para que Brasília continue crescendo. Para 2012, as expectativas da Fecomércio são boas. Como ocorreu nos últimos anos, a previsão é de que ele cresça em um ritmo maior do que a média nacional.  
Mesmo com este bom desempenho, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico traçou como um grande desafio em 2012 aumentar o PIB da indústria local, para que, segundo o secretário adjunto Expedito Veloso, diminua a dependência no setor de serviços.

Construção civil puxa a indústria
Antônio Rocha: com a retomada das obras no DF, desempenho do setor vai melhorarFoto: Mary Leal/CedocAntônio Rocha: com a retomada das obras no DF, desempenho do setor vai melhorar
Nos últimos anos, Brasília tem assistido a um verdadeiro boom imobiliário. E a promessa é de que ele continue em 2012 e pelos próximos quatro anos, segundo o economista Ronalde Lins. “A indústria da construção movimenta R$ 3,5 bilhões anualmente só no DF. Em 2009, o setor representou 13% do PIB do DF. Para este ano, está estimado uma alta de 5,2%”, observa.

A avaliação do presidente do Sindicato da Construção Civil do DF (Sinduscon), Júlio Cesar Peres também é positiva. Isto porque, no final do ano passado, o GDF anunciou que vai investir R$ 778,1 milhões no setor. Isto simboliza a retomada do crescimento, estagnado depois da crise política provocada por denúncias de corrupção na administração pública. “Entendemos que 2011 foi um ano importante para o governo se organizar. Mas o retorno das obras públicas deve ser prioridade a partir de agora. Os desafios que temos pela frente são enormes e Brasília precisa estar preparada para receber, nos próximos anos, de forma profissional, os megaeventos esportivos internacionais que se aproximam”, avalia Júlio Cesar Peres.

Ao todo, foram assinadas 61 ordens de serviço que autorizaram o início imediato de 149 obras na capital, um investimento de R$ 193,6 milhões.  “Depois de um período difícil, acreditamos que o ano de 2012 será bastante produtivo para o setor da construção civil, que já emprega 72 mil trabalhadores no DF e ocupa o segundo lugar no mercado imobiliário brasileiro”, completou. 
Para o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra-DF), Antônio Rocha, o GDF é o grande cliente do DF. “Agora que o governo está estruturado, as obras vão começar a sair mais e teremos uma melhora no desempenho do setor ”, diz.

Mas outras áreas do setor industrial também prometem crescimento. No setor de alimentação, a Fibra espera resultados semelhantes aos de 2011. “As exportações do DF cresceram 15%, atingiram a marca de US$ 162,44 milhões (cerca de R$ 297 milhões). Vamos crescer também este ano”,  espera o presidente. “O setor também depende muito da renda das pessoas. Como historicamente a renda do DF é acima da média nacional, temos bons números. Outro fator que vai alavancar a receita é o aumento do poder aquisitivo da classe C.”

Outra esperança para o crescimento da economia é a Cidade Digital. O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal já começaram a construir no local. Para Rocha,  isso deve fazer a Terracap acelerar o processo legal e atrair investidores e empresas para o local.

Varejo e atacado com boas expectativas
Fábio de Carvalho: problemas fiscais não afetam otimismoFoto: DivulgaçãoFábio de Carvalho: problemas fiscais não afetam otimismo
O DF registrou, no fim do ano passado, a menor taxa de desemprego desde 1992. Em novembro, o valor da taxa foi de 11,9% do desemprego total no DF. De todos os pontos positivos que este dado traz, um deles é para o varejo: mais gente trabalhando significa mais renda e, consequentemente, mais gente consumindo. Para o presidente do Sindivarejista do DF,  Antônio Augusto de Moraes, mais um dado faz com que o setor entre 2012 otimista: a continuidade da facilidade de vendas a crédito.
“Temos praticamente só lados positivos para o setor. O poder de compra está elevado, há uma expectativa de redução da taxa de juros e a ascensão das classes C e D, que passam a ter mais poder de compra”, observa. O presidente do Sindivarejista acredita que o ritmo de crescimento no setor será o mesmo de 2011: um registro de 5,8% em todo o ano.
Outro setor que está otimista para 2012, apesar de alguns problemas que precisa enfrentar, é o atacadista. Composto por, pelo menos, 600 empresas, o setor é responsável por 22% da arrecadação de ICMS no DF. Segundo o presidente do Sindiatacadista-DF, Fábio de Carvalho, os atacadistas daqui atuam em praticamente todos os segmentos e um dos que mais vem crescendo é o de materiais de construção.

Apesar do otimismo, Fábio de Carvalho diz que o setor atacadista tem uma grande questão a ser resolvida para que Brasília não perca um importante aliado do desenvolvimento econômico local: incentivos fiscais. Segundo o presidente do Sindiatacadista, Brasília vem perdendo grandes empresas por falta de incentivos. O vizinho Goiás tem se tornado, portanto, mais atrativo ao investidor, por diversas questões, entre elas, o valor do terreno mais barato e menos impostos a pagar. “A gente tem conversado com o governo, que apesar de mostrar boa vontade, não parece querer colocar o tema como prioridade”, lamenta Fábio.

Nem mesmo a aprovação do Pró-atacadista, no final do ano passado, na Câmara Legislativa, animou o setor. Segundo Fábio de Carvalho, a competitividade com outros estados, em especial, o vizinho Goiás, continua injusta. “Enquanto Goiás paga uma média de 3% de imposto, nós vamos pagar 7%”, lamenta.

Mão de obra
Mesmo com o otimismo de todos os setores da economia, um item ainda preocupa: a falta de mão de obra qualificada, o que pode tornar-se empecilho para o crescimento da economia. Pensando nisso, a Fibra já preparou uma medida para 2012: inaugurar uma unidade do Sesi em Taguatinga onde serão oferecidos cursos de formação de mão de obra para tentar suprir um pouco da necessidade das indústrias.

Quem também está preocupado com qualificação é o Sebrae. Na opinião do presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-DF, José Sobrinho Barros, o Distrito Federal tem uma gama grande de empreendimentos, mas muitos empreendedores não têm conhecimento para desenvolver o negócio. “O mercado quer e precisa estar preparado para os grandes eventos que estão por vir”, afirma. Diante desse cenário, a meta do Sebrae para 2012 é capacitar: formalizar 4.500 empreendedores individuais e realizar 1.800 atendimentos são alguns dos objetivos deste ano.

Redação Jornal da Comunidade

Plano de voz e internet no celular por R$ 30 mensais

Plano de voz e internet no celular por R$ 30 mensais

Consumidor precisará ser inscrito em programa social

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Anúncio foi feito pelo ministro BernardoFoto: Antônio Cruz/ABrAnúncio foi feito pelo ministro Bernardo
O governo federal quer lançar este ano um pacote popular de celular e internet para consumidores de baixa renda. A ideia é que as operadoras vendam planos de serviços no valor máximo de R$ 30 por mês, que darão direito a fazer uma quantidade razoável de ligações pelo telefone móvel para qualquer operadora e usar a banda larga pelo aparelho. “A ideia é que as pessoas possam ligar para outras operadoras, pois franquia para números da própria empresa elas já dão”, disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
Para contratar o pacote, o usuário precisa receber algum benefício social do governo, ou seja, estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). A proposta está sendo desenvolvida pelo Ministério junto com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).  As operadoras já foram sondadas. “Vamos definir no governo a proposta e chamar as empresas para negociar os parâmetros mínimos que aceitaremos”, afirmou.

A iniciativa, segundo o ministro, busca promover a universalização do serviço para os consumidores que estão de fora da inclusão digital, por não terem condições de pagar nem mesmo o valor de R$ 35 por mês para o pacote de internet de um mega de velocidade.
Redação Jornal Coletivo

domingo, 8 de janeiro de 2012

publicada em 5.1.2012, sobre a substituição do presidente da Codhab:

Nome: Edson Machado Monteiro
Data: 08/01/12

E-mail: edol.com.brmonteiro@u
Mensagem: Reproduzo abaixo email encaminhado ao Blogo do Ceilandiaemalerta, a respeito de nota publicada em 5.1.2012, sobre a substituição do presidente da Codhab:

Li em seu blog notícia do dia 5.1.2012, que, no minimo, merece reparo e alguns esclarecimentos.
Minha atuação à frente da Codhab foi pautada no profissionalismo, na ética e nos princípios legais que norteiam a condução de negócios e a gestão da coisa pública, com o rigor de implementar mudanças que se faziam necessárias para restaurar a imagem da empresa, tão combalida e desgastada nos últimos anos. E em todos os momentos contei com o apoio e colaboração do Conselho de Administração da Empresa, da Diretoria Executiva, do Secretário Magela e do Subsecretário Rafael, bem como das demais pessoas e órgãos envolvidos.
Reformulamos, em conjunto, as bases da nova política habitacional do DF e em pouco menos de um ano fizemos o que não foi feito há décadas. A partir das diretrizes do Secretário, reorganizamos e modernizamos a Codhab; reconstituímos as equipes; fizemos o recadastramento dos beneficiários;  lançamos editais para produção de mais de 20 mil unidades habitacionais; desembaraçamos questões pendentes há anos junto ao Ministério Público e TCDF, como, por exemplo, o emprendimento Jardins Mangueiral;  retomamos os programas de regularização (Sol Nascente, Estrutural, DNOCS), bem como a entrega de escritura a milhares de beneficiários, dentre muitas outras questões.
Tudo isso exigiu muita interação e parceira não só com a Secretaria de Habitação, mas também com outros órgãos do GDF, sempre com motivação, dedicação, senso profissional e jornadas de trabalho quase sempre de 14/15 horas diariamente, inclusive em finais de semana, com apoio e suporte das equipes da Codhab.
 Muito ainda está por fazer, mas as bases estão lançadas e certamente em 2012 a Codhab e a Sedhab começam diferentes e mais preparadas para cumprirem os seus papeis.
Meu diálogo com o Secretário Magela - amigo e colega do Banco do Brasil por mais de 30 anos - e com o Subsecretário Rafael Oliveira sempre foi fácil, proveitoso e produtivo, em benefício das causas e dos trabalhos que desenvolvemos juntos.  Ser HONESTO e RIGOROSO na condução de negócios e na gestão da coisa pública - marca que sempre orientou minha atuação profissional – não deveria seria visto como \"intransigência\", mas sim como requisitos necessários e exigidos de todo gestor.
Meu pedido de exoneração da presidência da Codhab decorreu única e exclusivamente  por questão de interesse pessoal, para atender convite de trabalho na iniciativa privada, embora estivesse satisfeito e motivado com o trabalho que vinha desenvolvendo, principalmente em razão do nível de relacionamento e do apoio recebido do Secretário Magela.
Temos que mudar os conceitos e deixarmos de lado os preconceitos para mudarmos este País. Essas mudanças passam também pela postura da imprensa e dos formadores de opinião, que têm por hábito julgar e \"linchar\" as pessoas a partir de informações sem qualquer fidedignidade.
Edson M Monteiro

Dilma se prepara para visitar o Haiti no próximo dia 1º

Dilma se prepara para visitar o Haiti no próximo dia 1º


Brasília – A presidenta Dilma Rousseff se prepara para visitar o Haiti no próximo dia 1º. Em conversa com o presidente haitiano, Michel Martelly, Dilma comentou sobre seu desejo de ir a Porto Príncipe, capital do país. Na visita, a presidenta pretende intensificar a cooperação brasileira, ampliando as parcerias nas áreas de saúde em conjunto com Cuba, agricultura, capacitação profissional e o apoio à construção da usina hidrelétrica sobre o Rio Artibonite, no Sul do país.

Assessores de Dilma, que preparam a viagem, disseram que a visita será emblemática, pois ocorre no momento em que o Haiti – o país mais pobre das Américas – enfrenta ainda dificuldades de reconstrução causadas pelo terremoto de 12 de janeiro de 2010, quando morreram mais de 220 mil pessoas, e o agravamento da epidemia de cólera.

Empossado no ano passado, o presidente Martelly também vive uma fase delicada. Sem apoio político no Parlamento, ele tenta consolidar-se politicamente por meio de anúncio de ações isoladas. Porém, o histórico político do Haiti de instabilidade e tensões cria um ambiente de apreensão no país, segundo observadores brasileiros.

Independentemente do momento político haitiano, Dilma quer mostrar que o Brasil pretende manter-se como protagonista no que se refere à ajuda ao país. Para a presidenta, o apoio internacional não deve ser limitado às ações militares, mas ampliado para a área social. Os projetos de combate à fome e erradicação da pobreza executados no Brasil, por exemplo, podem ser adaptados ao Haiti, segundo especialistas.

Com índices de violência e desemprego elevados, o Haiti sofre com as ações de grupos organizados, denominados gangues urbanas. Uma das tarefas da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), formada por militares brasileiros e de várias nacionalidades, foi atenuar o poder desses grupos. A missão, porém, que tem caráter temporário, deverá ser retirada do país.

Antes de seguir viagem para o Haiti, Dilma irá no próximo dia 31 para Cuba. A visita a Havana ocorre no momento em que o presidente cubano, Raúl Castro, incentiva a abertura da economia por meio de medidas para o estímulo ao incremento no campo e nas cidades. Sob embargo econômico desde 1962, os cubanos sofrem com uma série de limitações e vivem com restrições de energia, água e alguns tipos de alimentos. Agência Brasil
Publicação: 08/01/2012 10:30 Atualização:

Governador em exercício fala sobre medidas de segurança para EPTG e Eixão





O governador em exercício do Distrito Federal, Tadeu Filipelli, falou na manhã deste domingo (8/01) sobre medidas de segurança para as duas vias que estão preocupando os moradores do Distrito Federal, em razão da segurança falha e elevado número de acidentes. Filipelli comentou sobre a DF-001, mais conhecida como Eixão, e sobre a Estrada Parque Taguatinga (EPTG), durante a primeira cerimônia de troca da bandeira de 2012, realizada na Praça dos Três Poderes.

De acordo com o governador em exercício, o Grupo do Eixão, um grupo de trabalho criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para pensar em soluções para a DF-001, se reunirá na próxima quarta-feira (11/01). Na ocasião, será apresentado o termo de referência para um concurso comandado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que elegerá soluções técnicas para a segurança da via expressa. Também vai ser discutido um plano de campanha educativa, voltada tanto para motoristas quanto para pedestres. Entre outras questões, a campanha procurará incentivar os pedestres a utilizarem as passagens subterrâneas do Eixão, que devem ganhar maior iluminação e podem vir a ser monitoradas por câmeras.

Quanto à EPTG, Filipelli afirmou que a intenção do GDF é começar o mês de fevereiro com as principais correções de que a via necessita "a pleno vapor". São elas a instalação de grama nos canteiros para conter a lama; adequação da drenagem pluvial; implantação de defensas nos viadutos e sinalização vertical e horizontal. "A licitação para drenagem está em vias de homologação", disse. Entre os serviços, a sinalização e a colocação das defensas já começaram na última semana.

O governador em exercício responsabilizou irregularidades no processo licitatório pela demora na entrega dessas obras. Ele disse ter constatado ontem, percorrendo a EPTG, que só havia duas viaturas do DER e Detran fiscalizando a via. Segundo Fillipelli, já a partir de amanhã os quatro carros prometidos estarão reforçando a segurança.
Fonta C/B
Mariana Branco
Publicação: 08/01/2012 11:00 Atualização: 08/01/2012 11:33