terça-feira, 13 de dezembro de 2011

NOTA PÚBLICA DO PARTIDO DOS TRABALHADORES-DISTRITO FEDERAL


Invasão do Buriti

O Partido dos Trabalhadores do Distrito Federal, através da sua Comissão Executiva Regional, manifesta sua repulsa e a sua indignação contra a violência e as mentiras praticadas pelo policial militar João Dias na sede do Governo do Distrito Federal.

De forma desonesta e covarde esse cidadão, réu em ação pública por desvio de recursos da população, buscou novamente criar uma nuvem de suspeição contra integrantes do GDF e lideranças do PT. Sua ação foi frustrada diante da resistência e da dignidade das servidoras lotadas na Secretaria de Governo do DF e das autoridades governamentais.

A prisão em flagrante do malfeitor e a reação indignada das autoridades do GDF, lideradas pelo governador Agnelo e o secretário Paulo Tadeu, demonstram de forma cabal a disposição do GDF de desmascarar mais essa farsa armada pelo meliante que desonra o exercício da função de policial militar.

O indiciamento criminal do farsante e a sua devida punição nos termos da lei são as respostas esperadas pela sociedade de Brasília e que recebem de todos os integrantes do PT irrestrito apoio.

Manifestamos também nossa solidariedade aos filiados (as) do PT do Distrito Federal vítimas das agressões e das injúrias patrocinadas pelo invasor das instalações do Palácio do Buriti.

Família Agnelo

O governador Agnelo é novamente vítima de falsas acusações contra sua reputação pessoal.

1 - destacar a agressão às duas filiadas sem citar os nomes;
2 - na parte da nota sobre o governador, reafirmar a atuação de um grupo que teve os interesses financeiros contrariados com medidas do novo governo.
Dessa vez seus adversários políticos, membros de um grupo com interesses financeiros contrariados pelo atual governo, não perdoaram nem a família e a vida privada. As imputações de que há uma suposta investigação de órgãos como a Polícia Federal e o Ministério Público contra o exercício de atividades empresariais exercidas por membros da família do governador não merecem credibilidade, pois estão desprovidas de fundamentos capazes de sustentar as suspeições lançadas contra os familiares do governador.
As insinuações da revista sobre a incompatibilidade de renda e patrimônio dos familiares de Agnelo estão baseadas simplesmente em supostas “estimativas”, buscadas junto a uma entidade privada (Serasa), que não detém a menor competência para aferir de forma crível e legal os rendimentos e o crescimento patrimonial dos envolvidos.

A Polícia Federal e o Ministério Público já se pronunciaram e negaram de forma categórica que não existe qualquer investigação contra membros da família do governador. Portanto, mais uma vez, um integrante do PT, foi vítima do abuso do exercício da atividade jornalística e foi agredido de forma torpe por uma matéria com o claro caráter de pistolagem editorial.

O PTDF manifesta sua confiança e a sua solidariedade ao governador e aos integrantes da sua família vítimas desse lamentável episódio.

Comissão Executiva Regional PTDF
Brasília 12 de dezembro de 2011
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. Mais iluminação pública, para toda cidade
  
Luz urbana tornará a cidade um ambiente mais seguro
 
A iluminação é essencial para a qualidade de vida e elevação do alto estima da comunidade. É de fundamental importância para o desenvolvimento social e econômico da nossa cidade, além disso, é um fator importante para a segurança pública, no que se refere ao trânsito de veículos e de pedestres e à prevenção da criminalidade.
 
A Administração de Ceilândia entende que a iluminação pública representa um pequeno investimento comparado com os retornos rápidos e visíveis. Uma cidade bem iluminada traz mais segurança, ajuda na preservação do patrimônio da cidade, na proteção ao meio ambiente e na interação social.
 
Tendo isto como prioridade a Administração de Ceilândia realiza em toda cidade a implantação de iluminação de alta qualidade, chamado de projeto "Ceilândia iluminada" que está propiciando cidadania com a utilização noturna de espaços públicos com atividades de lazer, esporte e cultura. O foco do projeto é a iluminação de entre quadras, praças e vias públicas, nesta primeira fase foram inauguradas a iluminação dos seguintes locais:
 
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A segunda fase será concluída até o final do 2º semestre de 2012, a luz urbana resgata o sentimento de valorização da cidade e do cidadão. 
 
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FIQUE POR DENTRO DE TUDO QUE ACONTECE EM NOSSA CIDADE
 
  
iconfacebook.jpg Ascom Ceilândia   icontwitter.jpg @ascom_ceilandia    iconsite.jpg   www.ceilandia.df.gov.br
 
 
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Assessoria de Comunicação - ASCOM - RAIX
http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed672_o_inicio_do_fim_do_coronelismo


CRISE NO DF
O início do fim do coronelismo

Como é difícil escrever uma matéria quando não existe democracia por parte dos meios de comunicação. Você acaba se sentindo uma carta fora do baralho e tudo o que escreve parece meio fora de moda. Aí você soma essa situação à sua idade, já avançada, e o termômetro da autoestima vai ao negativo num segundo.
O jornalista é, antes de tudo, um observador e o que mais tenho feito nos últimos meses é justamente isto: observar a cena política do Distrito Federal. E o que mais tem me incomodado nesse exercício é esta onda de denuncismo contra o governador Agnelo Queiroz, sua família e seus secretários de Estado. Desde janeiro, quando ele tomou posse, os meios de comunicação, principalmente a TV Globo e alguns blogs políticos, têm feitos quase sempre as mesmas denúncias, repetidas vezes, propositadamente, como se fosse para não deixar o assunto morrer.
Aos poucos comecei a entender a mola-mestra que impulsiona tais denúncias, não só as feitas ao GDF mas também ao governo federal. Acho que agora, com o lançamento do livro A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., as coisas começarão a ficar mais claras e meus netos já poderão ir à escola sabendo quem são, de fato, os verdadeiros bandidos deste país.
Miséria e doenças
O raciocínio é tão simples, que todos devem saber disso, mas ninguém põe no papel, na tela, nas ondas do rádio. Todos sabem que um grupo de empresários domina os investimentos feitos no Distrito Federal e que essas pessoas, supostamente, têm uma espécie de chefe, de orientador político, que se chama Joaquim Roriz, ele mesmo empresário e milionário. Quatro vezes governador do DF, senador que renunciou duas semanas depois de eleito devido a denúncias de corrupção e acusado pela Justiça de ser um dos chefes do esquema no Banco de Brasília (BRB), que sumiu com R$ 223 milhões. Um doce de pessoa.
Em 1978, quando se elegeu deputado federal pelo estado de Goiás, Roriz deu início à uma estratégia que acabou levando ele e sua troupe aos píncaros da glória. Começou a trazer gente humilde do Norte de Minas Gerais e do Nordeste brasileiro para o entorno do DF. Essa gente foi chegando por aqui de pau-de-arara, se ajeitando nas encostas dos morros, construindo barracos, sem nenhuma infraestrutura, mas com a promessa e a garantia de que iriam, um dia, ter a escritura de suas terras. Para isto, bastava invadi-las. Foi o que eles fizeram e fazem até hoje, só que em escala menor, mas fazem.
Manter indefinidamente a promessa de dar a escritura significava ter a certeza do voto. Fazer obras, mesmo que precárias, em torno desses lotes, significava mais votos ainda. E assim nasceram dezenas de cidades – hoje são 30. De invasões, passaram a regiões administrativas. Tudo feito à base de promessas. Mas aí veio o governo Cristóvam. Houve um breque, mas os tentáculos de Roriz foram mais fortes, e a tomada de lotes teve continuidade. A invasão do cerrado e a miséria trouxeram doenças e transformaram o entorno de Brasília num dos lugares mais pobres do país.
Prato cheio para a mídia
Agnelo Queiroz tomou posse em janeiro deste ano e ainda não teve sossego em relação à onda de denuncismo. Há cerca de um mês, quando ele finalmente transformou a Vila Estrutural em cidade e deu início à entrega de escrituras definitivas dos lotes, tudo ficou explicado. Naquele momento, Agnelo estava retirando os dois principais trunfos de Roriz e de sua turma, conseguidos a “duras penas” (fora do alcance da Justiça) ao longo dos últimos 30 anos. Ou seja, estava colocando um fim no modus operandi do grupo.
Primeiro, interrompeu o meio mais fácil e desonesto de conquista de votos, que é o de manipular a opinião de uma gente que aguardava há anos a entrega de suas escrituras definitivas. Agora, essas pessoas, de posse de seus lotes, terão a liberdade ampliada para escolher em quem votar. Segundo, tirou da mão de políticos e empresários oportunistas o mercado da invasão, da venda do lote ilegal. Agora, todos entendemos melhor o significado do ataque denuncista contra o governador. De uma coisa tenham certeza: todas as denúncias contra governos trabalhistas, como o nosso, têm origem em decisões que beneficiam sempre a maioria.
A mídia tem em mão um prato cheio para reescrever de vez a História do Brasil, e o livro do Amaury vem contribuir para isto. Tem toda a história de corrupção nas privatizações no governo FHC, as denúncias mais que comprovadas contra o Daniel Dantas, enfim, nada que esteja sob a luz da mídia, mas tudo que está por trás da mídia, nas redes sociais, nas poucas revistas e jornais respeitados.
Simples assim, sem segredos.
***
[Marcio Varella é jornalista, Brasília, DF]
Primeiras obras de casas populares devem ficar prontas no início de 2013 GDF lança editais para selecionar as empresas que serão responsáveis pela construção dos imóveis em seis cidades. Financiamento será feito pela Caixa Econômica Federal por meio do programa Minha casa, minha vida.
Almiro Marcos - x
Publicação: 13/12/2011 07:22 Atualização:

Quase 17 mil unidades habitacionais fazem parte do mais recente esforço do Governo do Distrito Federal (GDF) para tentar diminuir o deficit de 330 mil famílias à espera de moradia própria na capital do país. Ontem, o Diário Oficial do DF publicou avisos de chamamento para empresas, associações e cooperativas interessadas em participar da concorrência que prevê a construção de casas e de apartamentos populares por meio dos programas Morar bem (GDF) e Minha casa, minha vida, do governo federal. Os imóveis serão construídos em áreas do governo local, em seis regiões administrativas: Riacho Fundo 2, Gama, Sobradinho, Samambaia, Santa Maria e Recanto das Emas.

A cidade que encabeça a lista com o maior número de unidades projetadas é Riacho Fundo 2, totalizando mais de 7,8 mil apartamentos (veja quadro). Pelo menos 5 mil imóveis devem ser erguidos na antiga faixa de domínio do Metrô de Brasília (linha DF-001). Os prédios terão quatro pavimentos e não contarão com elevadores. Uma das exigências é que, pelo menos 20% deles, tenham três quartos.

O Recanto das Emas é a cidade que receberá mais unidades: 7,8 mil residências (Ed Alves/CB./D.A Press - 19/4/11)
O Recanto das Emas é a cidade que receberá mais unidades: 7,8 mil residências


A Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab) informa que a definição das cidades onde os edifícios e as casas serão construídos levou em consideração tanto as necessidades da região quanto a disponibilidade de áreas do Executivo local, este último quesito uma das exigências do governo federal. O financiamento vem da União, por meio da Caixa Econômica Federal (CEF) e a execução das obras será feita por empresas e entidades. Além de ceder os terrenos, o GDF tem a responsabilidade de selecionar as construtoras e de coordenar a contratação e as obras.

Nos editais lançados ontem, estão relacionadas cerca de 10 mil unidades cujas obras haviam sido suspensas em meados deste ano pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF). A Corte levantou suspeitas de irregularidades com relação ao modelo do edital. A Sedhab informa que isso ocorreu porque, até então, o GDF não havia estabelecido nenhum contrato por meio do Minha casa, minha vida. Foram seis meses de espera até o tribunal confirmar a legalidade do processo. Segundo o governo, as primeiras unidades devem ser entregues no início de 2013.

Conforme os editais, as unidades projetadas serão distribuídas entre empresas (13.354) e cooperativas e associações habitacionais (3.176). Os documentos para habilitação e as propostas de projeto e preços deverão ser entregues entre 31 de janeiro e 2 de fevereiro de 2012, dependendo do tipo de concorrência a qual o candidato vai se inscrever.

Faixas São quatro faixas de renda para as famílias interessadas em participar do programa. Elas variam de R$ 1, 6 mil a R$ 6.450. Na fila pela casa própria, a maioria dos interessados está entre os que ganham menos. Na última gradação (a quarta, de R$ 5.001 a R$ 6.450), estão menos de 10% das famílias no que integram o cadastro habitacional do GDF.


Redução do deficit

O Executivo local publicou ontem edital para a construção de apartamentos e de casas por meio dos programas Morar bem — do GDF — e Minha casa, minha vida — do governo federal. No total, serão erguidas 16.530 unidades habitacionais em seis regiões administrativas. As moradias são destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 6.450.

Confira as regiões beneficiadas e a quantidade de imóveis previstos:

Riacho Fundo 27.866
Edifícios de quatro pavimentos, sem elevadores

Gama3.216
Prédios de oito e nove andares, com subsolo

Sobradinho1.476
Prédios de seis andares sobre pilotis, com subsolo

Samambaia
1.592
Edifícios com elevadores

Recanto das Emas950
Apartamentos em prédios de quatro pavimentos, sem elevadores
530 casas

Santa Maria900
Edifícios com elevadores

Fonte: Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

GOVERNO  DO DISTRITO FEDERAL

Secretaria  de Estado de Comunicação Social



GDF lança editais para construção de novasunidades habitacionais

Com a publicação no DiárioOficial desta segunda-feira, Secretariade Habitação seleciona empresas, cooperativas e associações interessadas emconstruir quase 17 mil casas e apartamentos do programa Morar Bem


Brasília, 12 de dezembro de 2011 – Divulgadosna edição desta segunda-feira do DiárioOficial do Distrito Federal cinco avisos de chamamento para empresas,associações e cooperativas interessadas em participar da construção de 16.530novas unidades habitacionais do programa Morar Bem. Elas serão erguidas emterrenos do Governo do Distrito Federal localizados em Sobradinho, Gama,Samambaia, Santa Maria, Recanto das Emas e Riacho Fundo II.

Nesseseditais estão incluídas as 10 mil unidades cujos editais haviam sido suspensospelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e foram liberados na última quinta-feira(08/12). Ao analisar os editais, o TCDF concluiu que o processo deveria tercontinuidade, já que não foram encontradas quaisquer irregularidades. Alémdisso, foram incluídas nos editais novas áreas para construções, como na faixade domínio do metrô no Riacho Fundo II.

“Jálançamos mais de 25 mil moradias. Temos o projeto Jardins Mangueiral, em SãoSebastião, onde vamos construir ao todo 8 mil moradias. No Riacho Fundo II, aprevisão é entregar 5 mil casas; na Vila Dnocs, em Sobradinho, são mais 199casas; na Estrutural, 316 casas; em Samambaia, são 30 projeções paraassociações e cooperativas habitacionais, beneficiando 1.550 famílias”, detalhao governador Agnelo Queiroz. “Estamos atendendo, com dignidade, urbanizaçãoadequada e documentação completa, os moradores do Distrito Federal quenecessitam de moradia”, acrescenta o governador.

Seleção – Coma publicação dos avisos no DODF desta segunda-feira, a Secretaria de Habitação,Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab) retoma o processo de seleção deempresas e chama as associações e cooperativas habitacionais credenciadas paraapresentação de propostas para a construção das unidades.

Aspropostas serão apresentadas nos dias 31 de janeiro; 1º e 02 de fevereiro,dependendo do edital (confira todos os avisos de chamamento na página daSedhab: www.sedhab.df.gov.br). Aseleção será feita pela ComissãoEspecial de Chamamento.

Oobjetivo é contemplar as famílias inscritas no Novo Cadastro da Habitação, pormeio do Programa Morar Bem, desde que atendam aos critérios estabelecidos pelapolítica habitacional do Distrito Federal, previstos na Lei Distrital nº 3877/2006.

Oprograma Morar Bem, que vai atender famílias com renda mensal de até R$ 6.450, oferecesolução habitacional completa com infraestrutura e equipamentos públicos;adensamento de áreas urbanas para otimização da infraestrutura implantada efinanciamento das unidades habitacionais, por intermédio do programa federal MinhaCasa, Minha Vida.